quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Mediando.

Discretamente ele colocou as mãos sobre as pernas dela , num suposto ato de carinho , mas com ares de desejo.
Não! Ela não ousaria a tirar aquela mãos grande e máscula de suas coxas , mas com os olhos mostrou espanto pelo ato que no escuro daquela sala não mostrava tanta ousadia.
Mas HOMEM é HOMEM , não ficaria por ali! Com seus dedos a acariciava até encontrar o laço lateral de sua calcinha , e por dentro ela já não sabia mais o que pensar , seu coração numa onda enorme de hormônios apenas a deixava corada , apenas.
Sentia nos lábios daquele rapaz algo satisfatório e por assim não saberia controlar seu desejo , suas mãos percorriam o corpo um do outro como se naquele lugar estivesse apenas os dois , o que não era o caso.
Impressionante como tudo é abstraido em dado momento!
O corpo não sabe dizer não nessas horas , e a cabeça ( a mente ) que poderia dizer ao menos um "não" , já não se encontra mais em estado de pensar em muitas coisas.

Revisado , 2001 - impulso.

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