Ela pouco se lembrava do gosto dos lábios , e também não mais falava sobe ele , que somente aparecia em sonho , já que não podemos controlar nosso incosciente.
Calmamente foi seguindo sua vida , sua vida de dois dias por semana , já tentava esquecer dele de qualquer forma. E então resolveu canalizar.
Outros sorrisos apareceram , mas nada semelhante.
Um dia ele voltou , sentando com as pernas cruzada em seu sofá , primeiramente m suas mãos uma cerveja e na outra um cigarro que queimava rapidamente , já que ele sempre fumou em demaseio.
Rapidamente uma taça de vinho , e alí permaneceram nas conversas que levavam horas a fio numa soncronicidade que somente os dois tinham , e como se fosse sempre a primeira vez.
Daquele momento , a vontade que ela tinha era do abraço que tanto lhe aconchegou.
E dele? Bom , aparentemente o mesmo , sempre com seus olhos "morteiros" , que tanto lhe encantava.
Já não sabia qual rumo a conversa tomaria , quando ele se pôs deitado em sua cama , e com suas mãos pequenas de dedos largos acariciou sua cintura num gesto de carinho , pois aquele nunca soube demonstrar .
Ela? Não teve dúvida , poderia ser a primeira de muitas ou mais uma vez a promessa de ultima vez..
Abaixou sua cabeça , se colocou ao seu lado e pediu para que tivesse pena de seus sentimentos , já que podemo controlar o corpo e não a impulsividade que a mente o faz...
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