quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dentro do que ficou.

Sinto sede , minha boca ainda guarda o gosto amargo do cigarro .
Deitada na cama com pensamento distante , minha cabeça em um toque de delirio ouve passos , aparentemente minha mente coopera para que eu não fique sozinha.
Por mais que aqueles passos sejam imaginários , efeitos da mente , eu não queria estar só , entre o cigarro , o copo de água já sem gelo , um cinzeiro e o vazio do escuro.

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